Carteira de caixa de leite

Estas carteiras são uma opção bacana de presente para as moças. O mais legal é que são feitas com material reaproveitado: caixas de leite longa vida vazias. Não são lindas? As peças são criação da Jackeline Jacques da Zaraflor.

Carteiras Zaraflor

Este post faz parte do Meme de Dezembro, uma iniciativa do LuluzinhaCamp que tem como única intenção a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.

Cadeia do chocolate

Save The Earth. It´s Our Only Source of Chocolate.

Preserve o planeta. É nossa única fonte de chocolate. Ganhei esse imã de geladeira de uma amiga querida que atualmente mora em Londres. Toda vez que eu leio, dou risada. É um bom argumento, não é?

Dá para imaginar o mundo sem chocolate? Puro, mousse, bolo ou sorvete. Sempre é bom. Costumo escolher as sobremesas de frutas, mas às vezes bate aquela vontade repentina e não há substituição para ele, pois chocolate é chocolate.

Só que a guloseima não satisfaz apenas as necessidades dos chocólatras, ela também é o sustento de muitas famílias brasileiras. Quando trabalhava em uma ONG, conheci um projeto no sul da Bahia apoiado por uma empresa de alimentos que comprava o cacau cultivado pela comunidade local para produzir chocolates em larga escala.

Em Ribeirão Pires, minha cidade natal, há anualmente o Festival do Chocolate. Na festa, as chocolateiras da cidade montam estandes para vender seus produtos artesanais. São trufas, bombons, pirulitos, chocolate quente, fondue, espetinho. É uma perdição.

E as doceiras e seus brigadeiros gourmet? Lindos, criativos e deliciosos.

Esses são apenas alguns pequenos produtores e empreendedores que vivem do chocolate. É um ciclo interessante. Meio ambiente, que é fonte de chocolate; chocolate, que é fonte de renda; e chocólatras, que dependem dessa cadeia. Resumindo, vamos preservar o planeta :-P

Este post faz parte do Meme de Dezembro, uma iniciativa do LuluzinhaCamp que tem como única intenção a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.

Sorteio do livro Sustentabilidade – a legitimação de um valor

Tenho um livro Sustentabilidade – a legitimação de um valor, do economista José Eli da Veiga, publicado pela Editora Senac São Paulo com patrocínio do Itaú-Unibanco, para sortear entre vocês.

Para participar, basta deixar um comentário neste post até sexta-feira, 26/11, às 23h59.

Lembre-se de mencionar o e-mail para contato. Vale apenas um comentário por pessoa, ok?

Boa sorte ;-)

José Eli também é autor, entre outros, de Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI (2005).

Sustentabilidade é um novo valor

Ontem, 22/11, acompanhei o lançamento do livro Sustentabilidade – a legitimação de um novo valor, do economista José Eli da Veiga, no Diálogos Itaú de Sustentabilidade. O título foi publicado pela Editora Senac São Paulo com patrocínio do Itaú-Unibanco. No evento, o autor convidou o jornalista Sérgio Abranches e o economista e cientista social Eduardo Giannetti da Fonseca para darem suas impressões sobre a publicação. Infelizmente, a senadora Marina Silva, que também foi convidada, não pode comparecer.

Eu ainda não li, mas entendi que o livro está dividido em três principais discussões: a definição de sustentabilidade, a transição para a economia de baixo carbono e a mensuração sobre o que passa na economia. José Eli acredita que, hoje, a questão ambiental central é a climática.

Outros problemas, como a perda da biodiversidade e a gestão dos recursos hídricos, que, no futuro, pode até ocasionar guerras, especialmente na Ásia, são importantes, mas todos os ganhos conquistados nessas áreas podem ser anulados se o aquecimento global não for resolvido. Por isso, ele fala da importância da transição ao baixo carbono, que é a adoção de energias limpas, como eólicas, solares, geotérmicas, biomassas e, até mesmo, as hidroelétricas.

Abranches aponta aí o surgimento de uma grande oportunidade de investimento nessas tecnologias, tanto em pesquisas quanto em educação. A grande surpresa para mim foi o Giannetti, nunca tinha visto uma palestra dele, ele foi claro e muito didático. Disse que quanto mais se avança na questão econômica, mais se fica obsessivo pela economia. “É uma alienação em larga escala”, falou. Ganhou aplausos quando revelou não entender como um trabalho tão importante, como ficar em casa para cuidar dos filhos, pode ser considerado pela sociedade atual uma derrota. A revisão de valores é mais do que necessária.

José Eli explica, para quem insiste em pedir uma definição precisa de sustentabilidade, que o conceito, que ainda está em formação, remete ao futuro, à durabilidade, à perenidade. Para muitos, esse significado ainda não responde à pergunta e o fato é que será difícil encontrar um sentido objetivo que agrade a todos. Mas, basicamente, sustentabilidade é um novo valor.

Quem quer ler o livro, aguarde novidades ;-) 

Diálogos Itaú de Sustentabilidade
Denise Hills, da área de sustentabilidade do Itaú, mediou o diálogo. Todo o evento foi traduzido em libras (reparem na menina lá no canto), achei super legal.

Não fui ao SWU

Os primeiros burburinhos sobre o novo Woodstock que seria realizado no interior de São Paulo despertaram em mim uma certa curiosidade. Aí vieram as notícias sobre um evento grandioso baseado nos princípios da sustentabilidade: SWU – Music + Arts Festival 2010. SWU é a sigla de Starts With You, em português: começa com você. Não dá para negar que a ideia é genial.

Quando os nomes das bandas começaram a ser anunciados, passei a reparar os comentários nas redes sociais, algumas pessoas querendo descolar ingressos na faixa, já saquei o que ia rolar.

Não fui ao SWU, confesso que no primeiro dia eu até senti uma vontadinha de estar lá em Itu e participar do movimento. Comentei com o meu marido: ah, será que a gente deveria ir? Mas não fui, fiquei curtindo o feriado em casa, no quentinho. A verdade também é que eu ando meio preguiçosa para filas, multidões, empurra-empurra e não tinha a mínima ideia de quem eram Rage Against the Machine e Kings of Leon.

Vi algumas coberturas na imprensa sobre o palco com madeira certificada, o labirinto de lixo reciclável e um espaço para debates sobre sustentabilidade. Bacana. Mas a repercussão pós-SWU na internet parece confirmar o meu feeling de que o que a proposta de mobilizar a sociedade em prol de um planeta mais sustentável não passava de fachada para apenas um festival de música. Uma pena!

Mesmo sem querer ser chata, nem parcial, indico a leitura dos relatos: O que foi o SWU? e A insustentável esperteza do SWU.

Ponto positivo: Fórum Global de Sustentabilidade realizado durante o SWU.
Vocalista do Rage Against the Machine. Prazer!

Depois de 10 anos, o que mudou na sua casa?

Economizar água, preferir móveis com madeira certificada, restringir o uso de produtos de limpeza, evitar o desperdício. Ao folhear algumas revistas esta semana, encontrei uma matéria com um infográfico bem didático sobre os pequenos hábitos que podem fazer a diferença para o meio ambiente.

Todas as recomendações são bem atuais, mas o curioso é que essa matéria já tem 10 anos. Saiu na revista Os Caminhos da Terra, na época que ainda era editada pela Abril, em janeiro do ano 2000. Desde aquele tempo, pelo menos, a importância de uma nova atitude perante o planeta já era anunciada.

Eu sei, hoje as pessoas parecem estar mais interessadas no tema, mas, e em casa, todos já incorporaram as dicas do texto?

Casa Eficiente