Eu não sou de plástico

Sacola da Campanha “Eu não sou de plástico”O problema do acúmulo de sacolinhas plásticas descartadas no meio ambiente é latente. É só fazer as contas: a cada produto que compramos ganhamos de brinde uma saco plástico para a coleção dos que já estão acumulados em casa e um dia vão parar no lixo.

Pensando nisso, a Secretaria do Verde e Meio Ambiente do município de São Paulo lança no dia 12 de setembro a campanha Eu não sou de plástico para estimular o uso de bolsas de pano no lugar das sacolas de plástico.

O Instituto Akatu já tinha tentado uma iniciativa parecida com os supermercados da rede Pão de Açúcar, mas não houve muita adesão na época. Quem sabe agora com a população mais sensibilizada sobre os problemas ambientais a moda pega, né?

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13 comentários sobre “Eu não sou de plástico

  1. É isso aí, Pat! Eu já aderi e só ando com sacola de pano qdo vou ao supermercado. O problema, mesmo, é conseguir reduzir o uso de sacolas de plástico dentro de casa, como lixo… porque o ideal é separar o lixo orgânico do reciclável e despejar o lixo diretamente num lixão coletivo (no meu caso, que moro em apartamento), sem uso de sacolinhas plásticas.
    E depois lavar o lixinho de casa. Mas, infelizmente, eu ainda me esbarro na falta de consciência e de força de vontade das pessoas. Sem isso, fica complicado, mas o negócio é não desanimar! Beijos e parabéns pelo blog, adorei!

  2. Uma gracinha este blog… já tinha pensando sobre o acúmulo dessas sacolas de plástico… antigamente eram bolsas de papel. Algumas lojas de roupas femininas já aderiram às sacolas de pano; produto ecologicamente correto e sem falar que dá para aproveitar mais! Adicionado ao meu blog!!

  3. Patrícia,
    parabéns pelo seu blog! Super informativo :-))
    Também estou usando a sacola de pano e recuso os sacos plásticos nas compras. Uma estimativa modesta dá conta que só aqui em Florianópolis são descartados 200 milhões de sacolas plásticas por ano… e muito desse material vai parar nos rios, terrenos baldios e mar.
    Precisamos espalhar essa idéia da sacola permanente sempre que possível.
    Abração.

  4. Olá Patrícia!

    ÓI nós aqui traveiz, rs…

    A questão de repensar o Lixo que não é lixo, deve envolver toda a comunidade. Nos casos de edifícios, o ideal é envolver o Síndico num projeto de compostagem ou Horta Orgânica. Qual o Síndico não gostaria de ser lembrado por haver melhorado o micro clima de seu condomíno? A idéia de uma horta orgânica pode parecer complicada a princípio mas seu resultado é tão maravilhoso, reaprender o conceito de que a Terra é divina em sua capacidade de recriar, resistir, reviver, que enche de alegria quem se aventura à cuidar de hortas, jardins e árvores.
    A idéia é essa mesmo, ir divulgando e convencendo mais e mais pessoas a repensarem o destino de seus resíduos, sejam orgânicos ou os inorgânicos, frutos de uma sociedade que consome demais, sem pensar no amanhã.
    Abraços fraternos! Volto breve!

  5. Me desculpem mas eu não concordo. Acho que a questão do lixo urbano e meio ambiente tem sido encarada ainda de maneira muito romantica pela sociedade brasileira. Não tem cabimento a população das metrópolis arcarem com mais esse custo, de confeccionar ou comprar sacolinhas de pano para fazerem supermercado. Enquanto isso, se a moda pega os empresários dessas redes ficam isentos de custos até mesmo com o que se refere a embalar os produtos que vendem. Concordo com o uso e reuso da sacola de pano, mas tem que ter contrapartida da parte das redes de supermercados: desconto no preço final a esse consumidor consciente, investimento em projetos ambientais de reciclagem de sacolas plásticas, políticas públicas destinadas a impor responsabilidade ambiental dentro das empresas poluidoras com a sociedade acompanhando os resultados e muitas outras coisas que mereceriam um estudo, enfim, a idéia é boa em um primeiro momento mas se a sociedade ir além e não se iludir achando que apenas essa atitude isolada é o “fazer a sua parte”.

    Oi, Dayse, concordo com você, não pode ser uma ação isolada. Existem inúmeras iniciativas propostas por organizações que trabalham a questão ambiental, especialmente a gestão de resíduos, mas sensibilizar a sociedade é algo muito complexo, por isso acredito que essa pequena mudança de hábito é uma conquista que pode desencadear outras. Acho importante fazer o que está ao nosso alcance hoje e, paralelamente, cobrar ações do empresariado e políticas públicas no setor, você não acha? Obrigada pela visita e pelo questionamento. São sempre bem-vindos! Um abraço, Patricia

  6. Paty, uma pergunta tola, se não tem saquinho como eu descarto o meu lixo orgânico? Burra eu? É que nós usamos muito este saquinho pra colocar o lixo da casa.
    Lindo o blog! Sorte!

    Lí, o ideal é descartar o lixo orgânico direto no lixinho e depois juntar no saco maior. O problema não é só o uso do saquinho, mas o uso exagerado. Às vezes temos duas cascas de laranja e uma de banana no saquinho e já descartamos. Bom, mas o lixo orgânico, para quem tempo, espaço e paciência, pode virar composto orgânico para adubar vasos, jardins, hortas… mas aí já é uma outra história ;-)
    Beijos, Pat

  7. Pessoal,

    não sei, não, mas tenho a impressão de que irá aumentar o consumo de sacos plásticos para lixeiras domésticas, não?

    Gostei dos comentários da Lígia e da Dayse – afinal, a questão não é a sacola plástica mas o modo como descartamos nosso lixo. Nos países em que existem sacolas de pano ou sacolas plásticas retornáveis (em sua maioria, países europeus) há uma política pública fortemente estruturada na reciclagem e na participação da sociedade na separação do lixo e o pagamento de taxas/multas quando essa separação não é cumprida à risca.

    Iniciativas como essa da secretaria do verde (que é uma secretaria municipal) tem mais cara de perfumaria do que de uma proposta política concreta para o gerenciamento de lixo urbano que os cerca de 10 milhões de habitantes da cidade de São Paulo geram diariamente. Não vai ser sacolinha de pano que irá resolver isso, a meu ver.

    Aquela clássica estoriazinha romântica, reincidentemente citada como metáfora para a solidariedade ao redor da temática ambiental, – de um pequeno passarinho salvando a floresta do incêndio carregando com agüinha no bico, enquanto o restante da bicharada foge em algazarra, – não serve mais como modelo para enfrentar os desafios enormes e urgentes impostos pela problemática ambiental.

    Oi, Cris, a questão aqui não é somente o uso de sacos plásticos (pois eles continuarão sendo usados), mas a mudança de atitude. É a possibilidade de mudar o hábito e ver que é possível sobreviver sem aquilo, sabe? Eu também concordo que medidas mais estruturais são urgentes, mas sabemos que são demoradas. Vamos ser realistas, deixar o romantismo que você fala de lado, você acha mesmo que podemos esperar tais medidas? Hoje, a sociedade está suficientemente sensibilizada e mobilizada para cobrar isso e a gestão pública está capacitada para tal? Por isso, eu acho positivo, sim, iniciativas e ações pequenas como esta para que uma sementinha de reflexão seja plantada. Mas o caminho, claro, é resolver em escala bem maior o problema do lixo urbano. Qual seria sua sugestão de sensibilizar e mobilizar mudanças de atitude? Um abraço e obrigada, provocações são sempre bem-vindas! Patricia

  8. Bem eu e minha escola estamos fazendo um trabalho sobre essas sacolas com nossa professora de ciencias Marta Régia
    Gostariamos de saber qual é o preço de cada sacola para podermos comprar e dar aos pais que forem visitar nossa feira de ciencias.
    Obrigado pela sua atençao e espero resposta
    muito obrigada e eu adimiro o seu trabalho isso ira ajudar muito o meio ambiente.

  9. É isso mesmo, temos que ser mais consciêntes.Tenhos dois lindos filhos e quero cuidar do planeta para eles, só gostaria de saber como faço para obter uma destas sacolas.
    Grata desde já e aguardando breve retorno.
    Dani.

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