No sábado, fui ao evento organizado pelo blog da Cíntia Costa e, em meio às atividades divertidas e instrutivas, conheci (e provei, é claro) o trabalho da Santa Especiaria Gastronomia. A empresa atua com uma proposta interessante: utiliza ingredientes orgânicos, o resíduo sólido é encaminhado para coleta seletiva, o óleo utilizado é reciclado, o material de limpeza é biodegradável e parte da energia utilizada na cozinha é de fonte limpa. São ações básicas, mas que nem todos se lembram de empregar.
Conheço outras duas organizações que também adotam modelos semelhantes de atuação no segmento: a Cacauí, que oferece coquetéis montados com produtos orgânicos, e o Buffet Café Aprendiz, que tem toda a renda arrecada destinada à ONG Cidade Escola Aprendiz. É legal pensar na responsabilidade socioambiental mesmo na hora de escolher a empresa que irá fornecer a comida do sua festa ou reunião, não é?
Eu sempre carrego na minha bolsa um caderninho de anotações. Há anos, escrevo todas as minhas ideias, listas (do supermercado, de livros, de filmes, de planos, de pendências) e tudo o que der vontade. Tenho vários preenchidos e guardados em casa e comecei um novo há algumas semanas, é simples, espiral com uma capa vintage da Coca-Cola. Existem caderninhos de bolso cult, os italianos Moleskine (caros!). Da Vinci carregava os deles também, cheio de desenhos, esboços e escritos.
Bom, tudo isso para falar do Moleco, um caderninho que já vi citado em vários sites e fiquei curiosa. A proposta é bem legal, ele é todo reciclado e reciclável. Além de ser charmosinho, é fabricado no Brasil e tem preço acessível. Vou anotar aqui =)
Uma antiga diretora ia deixar a organização na qual eu trabalhava e numa reunião disse aos colaboradores que mudanças são sempre para melhor. Isso ficou marcado e sempre lembro das palavras dela. Desde então, encaro uma mudança, qualquer que seja, como algo positivo, uma oportunidade de melhora.
“Deveríamos sempre imaginar que o mundo está nos observando. Qualquer ação que desempenharmos, os outros, ao nos observar, farão o mesmo. Qualquer coisa que pensarmos sobre os outros, os outros pensarão o mesmo sobre nós. Manter desperta essa atenção é um pré-requisito para a autotransformação. Nós estamos aqui para ajudar Deus a mudar o mundo. Mas é somente quando nós mudamos que o mundo muda”. (Dadi Janki)
Obs.: Aos poucos, vocês irão perceber algumas mudanças por aqui ;-)
Pensando no princípio ‘reutilizar’, integrante da política dos 3 R´s, usei na decoração do meu casamento vidros e garrafas usadas. Eu, minha mãe, meus amigos e minha decoradora juntamos inúmeras embalagens vazias de azeitona, palmito, geleia entre outros e reaproveitamos para dispor as flores nas mesas. Aquilo que seria lixo virou um belo elemento decorativo. Ficou gracioso, não ficou?
Hoje completo um mês de casada (é muito bom casar, diga-se de passagem). Em junho, eu e meu (agora) marido organizamos uma cerimônia para poucos convidados, um mini wedding, como os entendidos do assunto chamam. Oferecemos como lembrança uma muda de amoreira e é sobre isso que eu quero falar.
A ideia foi aliar o enfoque ambiental com a simbologia da data. Assim como o casamento, a planta precisa ser cuidada para crescer bonita e saudável. Cuidado diário para que o amor esteja sempre vivo! O legal é que a árvore sempre será lembrada como a do ‘nosso casamento’.
Mas a dica é sobre onde encontrar as mudas. Eu não sabia direito como conseguir. Aí encontrei no viveiro do Instituto Florestal, na zona norte de São Paulo, mudinhas com preço acessível. O trâmite foi super fácil, por e-mail e telefone, e no dia combinado fomos retirar. Encontrei alguns viveiros no interior, mas não seria prático viajar para buscá-las. Existem também empresas especializadas em mudas para brindes, mas achei o valor muito alto.
Eu moro na cidade e não conhecia o viveiro. Pode ser que outras pessoas também não conheçam, fica a dica ;-)
Um ônibus sem aquela fumaça preta e ‘fedorenta’, é possível? Sim! A partir de agosto, começa a rodar em São Paulo o primeiro ônibus movido a hidrogênio da América Latina e Hemisfério Sul. Ele fará o trajeto do corredor São Mateus-Jabaquara.
O veículo que usa hidrogênio como combustível não emite nenhum tipo de poluente na atmosfera. O desafio agora é baratear o custo de fabricação para que a comercialização seja viável. O primeiro passo já foi dado: o projeto saiu do papel =D
Há sete dias, recebi a notícia da morte do Michael Jackson, estava no aniversário de uma amiga. Quase chorei, fiquei chocada. Perdi definitivamente a oportunidade de assistir ao show de um artista completo.
Desde muito pequena, escutava os compactos que meu pai tinha, lembro especialmente de Ben, pois ouvia repetidas vezes. Apesar de qualquer especulação, eu gostava muito dele, de seu talento, de sua sensibilidade, e fiquei imensamente triste. Eu dizia que os dois únicos grandes shows que tinha vontade de ir seria o dele e o da Madonna. O segundo eu consegui, mas o primeiro… Uma pena!
Queria postar alguma música dele e tentei escolher a minha preferida, não consegui, gosto de todas! Selecionei então They don´t care about us, single do álbum History: Past, Presente and Future – Book I (1995), a letra chama atenção para problemas sociais e políticos do mundo. O clipe foi gravado em Salvador e Rio de Janeiro, tem participação do Olodum e a produção é de Spike Lee. A batida é contagiante!
Obs.: Pra variar, houve uma polêmica com a letra da música.