Amor e vida em 2013

7 01 2013

Mais um ano começa. No pacote, novos planos e perspectivas. Costumo começar o novo ano otimista. É importante a vontade de aprender, a disposição para mudar e o entusiasmo para realizar.

O mundo não acabou, pelo contrário, começa agora uma nova fase, na qual os valores começam a se transformar.

O ano passado começou turbulento. No primeiro semestre, pessoas queridas partiram, minha privacidade foi invadida, perdi bens materiais e senti meu coração pequenino e impotente com as atrocidades do mundo.

Mas coisas boas coloriram o céu cinza. Concretizei um objetivo grande, conquistei aconchego na minha rotina profissional, realizei um sonho da adolescência, experimentei novos sabores, vislumbrei paisagens únicas e vivenciei experiências incríveis em terras distantes.

Quero começar 2013 com dois principais sentimentos: amor e vida.

Amar, mas respeitando os modos individuais. Sem forçar, sem insistir, sem exigir. Deixar fluir. Ser simples e natural. Presente. De corpo ou de alma, como a vida ditar.

E viver. Agora. Pois o tempo passa. A vida vai. Há muito a realizar. É preciso começar. Sem esperar.

Romã

Foto: Patricia Magrini

Este post faz parte do #memedejaneiro, uma iniciativa do LuluzinhaCamp. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.





Carteira de caixa de leite

4 12 2012

Estas carteiras são uma opção bacana de presente para as moças. O mais legal é que são feitas com material reaproveitado: caixas de leite longa vida vazias. Não são lindas? As peças são criação da Jackeline Jacques da Zaraflor.

Carteiras Zaraflor

Este post faz parte do Meme de Dezembro, uma iniciativa do LuluzinhaCamp que tem como única intenção a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.





Panforte de presente

3 12 2012

No ano passado, tive a oportunidade de visitar a região da Toscana, na Itália. Em Siena, conheci o Panforte, um tradicional bolo de frutas, amêndoas, mel e especiarias, criado há mais de 800 anos.

Ao passear pelas ruazinhas próximas da Praça do Campo, lá estão eles, aos montes, delicadamente embalados e empilhados nas vitrines das lojas. Há ainda o formato grande para cortar e comprar por quilo.

Foi fácil escolher a lembrança de viagem para a família. Além de ajudar o comércio local, já que são doces artesanais, é um mimo típico e cheio de charme.

Por esses dias, assistindo ao programa A Confeitaria, no canal Bem Simples, aprendi a fazer o Panforte, que é tradicionalmente uma receita natalina.

Mais especial do que trazer um Panforte de Siena é fazer um com as próprias mãos para presentear as pessoas queridas no Natal. É muito fácil. É só misturar os ingredientes abaixo, colocar em uma forma e assar. Só isso.

Castanha-do-pará, 90 gramas
Nozes-pecãs, 90 gramas
Cerejas em caldas, 90 gramas
Farinha de trigo, 50 gramas
Fermento em pó, 5 gramas
Sal, 1 pitada
Açúcar, 75 gramas
Tâmaras sem caroço, 120 gramas
Uva passa escura, 25 gramas
Frutas cristalizadas, 50 gramas
Limão siciliano, 1 unidade
Gengibre cristalizado, 25 gramas
Ovos, 2 unidades
Rum ou conhaque, 3 colheres (sopa)

Veja o passo a passo direitinho aqui. Depois é só embalar com um papel manteiga e amarrar com um barbante. Um presente simples, caseiro e tradicional.

Imagem

Este post faz parte do Meme de Dezembro, uma iniciativa do LuluzinhaCamp que tem como única intenção a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.





Concerto de Natal

2 12 2012

Na época da organização do meu casamento, em 2009, pesquisei muitos profissionais para as músicas da cerimônia na igreja. É engraçado, porque nós, as noivas, passamos a citar com naturalidade os nomes dos compositores clássicos e suas obras. Casamento também é cultura.

Escolher apenas algumas canções para os momentos mais importantes do sacramento é uma missão interessante. Cada igreja tem uma regra. No caso da minha, a Capela da PUC, só eram permitidas músicas sacras ou clássicas.

O YouTube ajudou na busca, mas foi o maestro do Bevilacqua Coral e Orquestra que nos orientou na escolha. Foi curioso entrar no quarto dele e sentar na frente do computador para ouvir as músicas em MP3. Porque quando a gente fala maestro, a gente imagina um senhor. Mas ele era moço e usava bermudas e tênis naquele dia.

Foi ele que nos apresentou ao The Flower Duet da ópera Lakmé, que eu não conhecia e hoje adoro. Ele queria tocá-la no casamento, mas não deu. Não pela beleza que seria, mas pela pequena fortuna que teríamos que pagar pelas sopranos. Optamos por uma formação básica mesmo – quarteto de cordas, flauta, teclado e campanas – e foi lindo.

Mas por que estou relatando tudo isso? É por causa do Coral e Orquestra Bevilacqua. Gostamos tanto deles, são tão bons profissionais, que já fomos a algumas apresentações em outras ocasiões especiais após o casamento. E agora, dia 5/12, quarta-feira, às 20h30, haverá mais uma. Trata-se de um Concerto de Natal na capela do Colégio Sion, em Higienópolis, São Paulo.

A apresentação será beneficente, em prol do Amparo Maternal. O nascimento de Jesus será contado e cantado por meio de obras eruditas de Mendelssohn, Haendel, Gounod, além de peças consagradas, como Noite Feliz Adeste Fideles.

A entrada é uma lata de leite em pó. Independentemente da sua religião, se puder ir, vá, pois sei que será uma linda noite musical.

Bevilacqua Coral e Orquestra

Músicos do Bevilacqua no meu casamento na Capela da PUC (Foto: Moura Mori)

Este post faz parte do Meme de Dezembro, uma iniciativa do LuluzinhaCamp, que tem como única intenção a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar, simples assim. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.





Cadeia do chocolate

1 12 2012

Save The Earth. It´s Our Only Source of Chocolate.

Preserve o planeta. É nossa única fonte de chocolate. Ganhei esse imã de geladeira de uma amiga querida que atualmente mora em Londres. Toda vez que eu leio, dou risada. É um bom argumento, não é?

Dá para imaginar o mundo sem chocolate? Puro, mousse, bolo ou sorvete. Sempre é bom. Costumo escolher as sobremesas de frutas, mas às vezes bate aquela vontade repentina e não há substituição para ele, pois chocolate é chocolate.

Só que a guloseima não satisfaz apenas as necessidades dos chocólatras, ela também é o sustento de muitas famílias brasileiras. Quando trabalhava em uma ONG, conheci um projeto no sul da Bahia apoiado por uma empresa de alimentos que comprava o cacau cultivado pela comunidade local para produzir chocolates em larga escala.

Em Ribeirão Pires, minha cidade natal, há anualmente o Festival do Chocolate. Na festa, as chocolateiras da cidade montam estandes para vender seus produtos artesanais. São trufas, bombons, pirulitos, chocolate quente, fondue, espetinho. É uma perdição.

E as doceiras e seus brigadeiros gourmet? Lindos, criativos e deliciosos.

Esses são apenas alguns pequenos produtores e empreendedores que vivem do chocolate. É um ciclo interessante. Meio ambiente, que é fonte de chocolate; chocolate, que é fonte de renda; e chocólatras, que dependem dessa cadeia. Resumindo, vamos preservar o planeta :-P

Este post faz parte do Meme de Dezembro, uma iniciativa do LuluzinhaCamp que tem como única intenção a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.





Viver em paz

17 07 2012

Não há caminho para paz. A paz é o caminho. Desde o início do Meu Ambiente, uso essa citação do Mahatma Gandhi na introdução da página. Acho que chegou a hora de comentar mais sobre o assunto, pois, com a violência cada dia mais perto de nós, a sociedade precisa incorporar urgentemente a cultura de paz.

O Brasil não vive nenhuma guerra armada internacional. O fanatismo religioso e o regime ditatorial não fazem parte do nosso cotidiano. Convivemos, porém, com sérios conflitos internos, boa parte causada por um sistema educacional deficiente e por uma distribuição de renda injusta. Mas, sinceramente, acredito que a principal causa da violência é outra.

O ser humano esqueceu os valores essenciais da vida. Mães, pais e guardiões, preocupados em sustentar materialmente os filhos, acabam deixando em segundo plano o alimento mais importante para construção de uma pessoa de bem. Cadê as virtudes? Compaixão, generosidade, tolerância estão sendo substituídos por desdém, egoísmo e agressão.

No atual cenário, confesso, fico pessimista sobre a solução desse problemão. Só que não dá para desistir. Pode ser um caminho difícil e longo, mas é preciso acreditar que é possível reverter a situação. A escola pode ser uma grande aliada nesse desafio.

A cartilha Paz, como se faz?, desenvolvida por Lia Diskin e Laura Gorresio Roizman, é um bom suporte para introduzir o tema para crianças e jovens. O material reúne dicas de atividades, jogos, leituras, filmes e músicas para trabalhar a cultura de paz nas escolas.

A publicação já existe há algum tempo, mas o conteúdo continua atual. Não sei se os professores estão habituados a usá-la nas aulas e quais têm sido os resultados, mas torço para que sejam bons e tenhamos adultos mais sensíveis e pacíficos no futuro.

Quanto a nós, que já não estamos na escola, vamos levar a cultura de paz para as relações do dia a dia. Em casa, no trabalho, na rua, no ônibus, no supermercado, no banco. Quem sabe, a partir do exemplo, conseguimos plantar algumas sementes do bem.

Paz, como se faz?





Aquarela da vida

24 03 2011

Ontem passei um tempinho lendo os posts do meu antigo blog. Ele também chamava Meu Ambiente, mas tinha um tom diferente, os textos eram mais descontraídos, acho que eu era mais espirituosa. Uma delícia reler meus pensamentos e os comentários dos amigos e familiares, que eram os únicos leitores. Bateu uma nostalgia. Pensa só, comecei em 2003, há oito anos.

Comentei com uma amiga e perguntei por que agora não consigo escrever como antes, o que havia mudado. Ela simplesmente respondeu: você!

É bem por aí mesmo, os anos passam, convivemos com pessoas diferentes, encontros e desencontros, aprendemos coisas novas, vivenciamos experiências diversas, abandonamos alguns interesses e nos dedicamos a outros. Acho que é isso que todos chamam de amadurecer.

Apesar de ter mudado muito de lá para cá, a minha essência continua a mesma. Continuo me emocionando com um vídeo publicado em abril de 2004. É um clipe animado da música Aquarela, do Toquinho, uma verdadeira metáfora sobre a vida. A direção é de André Koogan Breitman e Andrés Lieban.








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 178 outros seguidores